O COLAPSO
As bolsas mundiais tiveram um dia negro, com quedas a fazer lembrar 2008 na sequência da falência do Lehman. Os índices americanos afundaram no fecho, a exemplo dos índices europeus, caindo cerca de 5 %.
O pavor que se apoderou dos mercados, sobre a provável necessidade de ajuda à Espanha, Itália e outros países, agravado pelas notícias sobre o abrandamento do crescimento económico mundial, redundou num colapso das bolsas mundiais. Os americanos, como sempre, são a génese dos crashes e mais uma vez confirmaram-no.
Quem tem curiosidade pelo comportamento dos mercados financeiros, teve hoje um dia notável, com um afundanço imparável das acções das empresas das economias mais importantes do planeta, excluindo a China.
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A turbulência e o crash bolsista, antecipam qualquer coisa de muito delicado, como se um novo tsunami se esteja a formar no alto mar e a curto prazo inundará as economias mundiais, agravando ainda mais as condições das mais frágeis.
A questão política está sempre presente e as eleições que se avizinham nos EUA, serão o palco de todas as batalhas, por aí passará muito do que vai influenciar a economia e as finanças do planeta.
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