-JORNALISMO DE ANTECIPAÇÃO ONLINE juliusrimante@sapo.pt-Fundado em 03/07/2008-Director: Toni Roma-Porto-Portugal(-A notícia antes da ocorrência-)
GIFTS DE NATAL
O JULIUS RIMANTE WORLD não quer deixar passar a oportunidade da quadra que se aproxima, sem ter uma gentileza para quem tanto participa na vida pública. Uns de uma forma, outros de outra, todos têm uma particularidade em comum, encheram páginas de jornais, noticiários de televisão, colunas de opinião, etc. Não seria correcto da nossa parte se não retribuíssemos pelo menos uma vez no ano, com uma simples lembrança e o reconhecimento da participação de todos na vida que é a dos portugueses. Nos próximos dias procuraremos não esquecer outros que também merecem. São livros, filmes, objectos úteis e sugestões abertas aos leitores, que podem participar por email, ou através dos comentários.

ERNÂNI LOPES
O Professor Ernâni Lopes exerceu política em tempos muito difíceis, impondo sacrifícios, mas com a idoneidade e a honra de quem prestava um serviço ao país. Foi sem dúvida o melhor Ministro das Finanças de Portugal pós 25 de Abril. Nunca pautou a sua acção por espalhafato e nunca governou para a comunicação social. O Professor serviu Portugal e não se serviu, era um eminente economista antes de se dedicar à causa pública e saiu prestigiado. Exercia a sua pedagogia sobre a situação económica do país, sem subterfúgios nem leviandades. Portugal sofreu uma perda irrecuperável, onde a mediocridade é o tom.
UL-RICH
O Presidente do BPI deve naturalmente estar a pensar nos governantes, banqueiros e quejandos, que conduziram o mundo à situação actual. O aproveitamento brutal da situação que se vive, para tentar obter mais margem de manobra para os disparates dos que controlam o capital é no mínimo uma desumanidade. Os CEOS de monopólios ganham milhões, os banqueiros trapaceiros saem de cena com milhões de indemnizações, os gestores nomeados pelo Estado recebem salários escandalosos, o PM compra fatos na alfaiataria americana mais cara do mundo, o Presidente do Banco de Portugal ganha mais que o da FED. O Presidente do BPI pensa na liberalização do despedimento para "as más rezes" e tem razão.
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